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domingo, 2 de dezembro de 2012

TRILHO DA PEDRA ALÇADA

E lá foi de novo a Família Frinxas para mais uma caminhada.
Desta vez a eleita foi TRILHO DA PEDRA ALÇADA, para os lados de Viana do Castelo, Serra D'Arga.
Foram cerca de 14kms, percorridos com frio, vento, frio, vento, frio... E vento também.
A caminhada começou de madrugada ainda, eram 10h da manhã, e assim que saímos do carro, sentimos que o dia iria ser fresco. Mas este sentimento foi logo posto de lado, pois os primeiros km do trilho eram assim meio, inclinados.
Fomos caminhando até que chegamos ao ponto mais alto da Serra D'arga, pelo menos assim lá estava escrito, e aí sim meus amigos, estava mesmo MUITO VENTO E GELADO. Mas as vistas lá de cima eram fabulosas.
Fotos aqui e ali, uma ou outra cache e lá foram eles serra abaixo, ou acima, até que pararam para almoçar num restaurante digno de ser visitado por todos. Vale a pena lá irem amigos, as pedras onde sentamos os cagueiros estavam um pouco frias, mas tirando isso e o facto de a Joana nos estar a oferecer (leia-se forçar) aquelas bolas de carne para levar menos peso na mochila, e seria o restaurante perfeito.
 Podia escrever mais sobre o dia de hoje, mas a verdade é que estas costas estão a dar cabo de mim, e por isso ficam apenas estas fotos (das muitas mais tiradas) para mais tarde recordar.
Se quiserem fazer um belo trilho, escolham este. A primeira parte nem é assim muito gira, mas a segunda metade é de facto qualquer coisa. Em pouco mais de 13km passamos em sítios completamente diferentes, desde estradões, zonas altas, zonas á beira rio, zonas completamente a bertas e outras com belas árvores que nos fazem lembrar grandes bosques, pequenas quedas de água, enfim, um sem número de coisas que só mesmo a pé é que damos pela sua existência.
Para recordar que descobrimos hoje várias coisas...
O Ricardo gosta de piriquitos...
A Sara gosta de comprar comida para os piriquitos...
O João mija muito pouco quando caminha (e hoje não caiu)...
A Riplas gosta de tirar fotos eróticas no mato...
O Frinxas pisa mais merda sozinho que o restante grupo...
O Filipe gosta muito de fazer dieta... No MacDonald's...
A Sofia gosta de tirar fotos iróticas á Riplas, no mato...
A Joana gosta muito de salgados caseiros (made in CatiNuno)...
A Sandra, apesar de precisar, não gosta de praticar desporto...
E a melhor de todas...
A MARTA DESCOBRIU QUE HÁ VACAS CASTANHAS TAMBÉM, e não só pretas e brancas.
A todos vocês meus amigos, obrigado pelo excelente dia que me proporcionaram.
Para que fiquem a saber, contava que a Diba andasse a cheirar-me assim que chegasse a casa, mas o cheiro da bosta que trazia seria tanto que ela nem se aproximou!!!
Venha de lá o próximo.
Riplas, na próxima faz aqueles muffins com menos corpo e mais recheio pá, é que caso não tenhas reparado, só comi 2 e meio!!!

domingo, 18 de novembro de 2012

PR1 MCN - Pedras, Moinhos e Aromas de Santiago

Desta vez lá foi de novo a Família Frinxas (ou parte dela) para mais um PR.
Desta vez fomos para a zona do Marco de Canaveses.
De início nunca pensávamos no belo dia (leia-se empeno) que nos esperava pela frente.
Um pouco de frio, chuva, mas o dia tornou-se agradável na segunda parte da caminhada.
 O ponto de partida é relativamente perto do Marco de Canaveses, e nos 18km, ao contrário dos 15km prometidos, somos absorvidos por paisagens de facto lindíssimas.
Por vezes comentamos que, em zonas tão perto de casa temos maravilhosos oásis, e por vezes fazemos centenas, ou milhares de km, á procura dos mesmos!
 A parte que mais nos marcou, para além da descida final, pois já desesperava pela "meta", foi sem dúvida a zona dos moinhos.
Subimos uma encosta, um pouco íngreme em alguns pontos, e ao nosso lado estavam constantemente a aparecer moinhos, abandonados, mas ainda com as suas guias de água, todas elas feitas de troncos de árvores. Uma zona de facto lindíssima.
Tivemos a sorte de ter como fundo estes "castanhos" e "vermelhos" típicos do outono, o que tornou ainda mais bela a paisagem.
Se não tiverem mais nada para fazer, tirem umas horas e vão lá conhecer o percurso, e vão ver que vale a pena.
É sempre bom vivermos o cheirinho do cabrito assado da zona, é sempre bom vivermos a pastora á procura das suas "óbelhinhas", é sempre bom vivermos aqueles rebanhos sozinhos.
Até á próxima.
p.s.: neste momento a minha companheira de caminhada ainda está em coma com as dores de pernas