segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Nova geração

Uma coisa aprendi sobre os ciclistas da nova geração, é que nunca dirão que "esperaste" por eles 999 vezes numa subida, descida ou café...

... Mas que vão fazer mega publicidade acerca daquela vez que decidiste ir!

! ! ! . . . BOAS PEDALADAS . . . ! ! ! 

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Randonneurs Portugal... E esta hein?

Um destes dias recebi um mail que começava da seguinte forma...
Caro(a) Randonneur,

Obrigado por se associar aos Randonneurs Portugal.

O "outro" já me dizia que os 40's nos traziam outras perspectivas, e parece que tinha razão.
Com o tempo vou dar-vos conhecimento destas minhas novas aventuras no meio "dos barbudos"!

! ! ! . . . BOAS PEDALADAS . . . ! ! ! 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Sem comentários

Um ganha uma "eleição" para um poleiro para onde vão os bons moços, dados á paz, situações humanitárias e todas essas coisas bonitas. O outro, por sua causa (não na opinião dele claro), a população não tem que comer, e para conseguirem 2kg de farinha passam dois dias numa fila de supermercado.
O país em causa é a Venezuela.

Olha para esta foto e apetece-me rir... Muito mesmo!
SEM COMENTÁRIOS

domingo, 23 de outubro de 2016

A caminho dos 5000km

A finlandesa já está a caminho dos seus primeiros 5 milhares de quilómetros rolados.
Maioritariamente na deslocação para a empresa é certo, mas quando no fim de semana chove, lá ando com ela com o intuito de ir poupando o carbono da já bem rodada Rocky!
Uma corrente nova e uns ajustes caseiros ao guarda lamas dianteiro (fazia uma vibração/barulho) e nada mais precisei de mexer nela.
Vamos ver se no futuro ela se continua a portar assim.

Como a N2 se aproxima a passos largos, nada melhor que estas pausas para ir adaptando a finlandesa para a viagem.

! ! ! . . . BOAS PEDALADAS . . . ! ! !

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Boas mentalidades


Uma entrevista de Luísa Oliveira a Gil Peñalosa, um mundialmente famoso gestor urbanístico. Visitou o nosso país duas vezes, mesmo assim o suficiente para ter a sua ideia acerca de Portugal.
Escolhi "as melhores" e digo-vos... Parece que este senhor vive por cá.

. . . 

"Os portugueses continuam a dar muita importância aos carros. Falta-lhes ambição. Sofrem do complexo de parente pobre dentro da Europa, quando têm possibilidades de ser um país tão bom como os outros. "

"As pessoas não podem gastar um em cada quatro euros do salário para se deslocarem. Se estão falidas, se não têm dinheiro para ir de férias, para pagar a universidade dos filhos, como podem ter um ou dois carros estacionados à porta de casa? "

Ter carro ainda é uma questão de estatuto...
"Por que razão os países onde se usa mais a bicicleta são os que têm o clima pior? Porque os países do Norte da Europa são muito mais igualitários. A diferença entre ricos e pobres é ténue."
Em Portugal ter carro ainda é sinónimo de riqueza.
"Em muitos sítios ainda é. Quando estive em Águeda, o presidente da Câmara tinha trocado o seu Mercedes por um Prius [carro híbrido] – não por uma bicicleta – e foi muito criticado pela população, que lhe dizia que um Toyota não era um carro digno de presidente."
"Também estive a trabalhar em Tirana, capital da Albânia... Finalmente, começaram a construir uma rede de ciclovias segura e o presidente da Câmara só se desloca de bicicleta, para dar o exemplo." 
"O transporte público (em Portugal) ainda não é uma opção para os ricos."
. . . 
E nós lá continuamos assim, comodistas.
Mentalidades mesquinhas. Ainda hoje comentei isso, mesmo em empresas que investem milhões em novas bases com milhares de metros quadrados e não são capazes de gastar "meia dúzia" de euros num "quadrado" para deixar duas ou três bicicletas.

! ! ! . . . BOAS PEDALADAS . . . ! ! ! 

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Entrou no forno...

Vamos lá ver se é desta...!

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

L O U C U R A

! ! ! . . . IT'S A BOY . . . ! ! ! 

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Os primeiros 3 mil

Os milhões de leitores deste blog recordam-se de certeza desta minha publicação.
Três mil quilómetros depois, decidi presentea-la com uma participação num GranFondo.
Evento esse onde impera o carbono e outras ligas nobres, e nada melhor do que ir para lá... Cheio de ferro.
Nunca tinha feito tanto km naquela bicicleta, pois usu-a maioritariamente para me deslocar para a empresa. Nos dias que antecederam o evento, decidi encostar o carbono em casa e dar as voltas de fim de semana com a finlandesa.
Tive uma agradável surpresa, pois ela aguenta.-se bem em voltas maiores. Pena é eu não me aguentar tanto.

 Não vou entrar em grandes pormenores acerca do evento em si, porque é como todos os eventos de estrada. O alcatrão é negro e as riscas da estrada brancas também. Irei salientar apenas que foi um dos que mais me diverti de facto. É bom por vezes encararmos este desporto de uma forma mais descontraída.
Foi um viver de novas emoções.


Só espero não me acotumar muito a isto, caso contrário a carbónica ficará ciumenta com este meu novo caso amoroso.
Três mil quilómetros depois posso dizer-vos que não é uma bicicleta de grandes performances. Muito longe disso mesmo, mas que a adoro pedalar e divertir-me com ela... Isso sim.
Obrigado André pela excelente companhia.

! ! ! . . . BOAS PEDALADAS . . . ! ! ! 

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

GESSO CHALLENGE

BREVEMENTE...
... Numa estrada perto de si.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Mentalidades...

Um destes dias enquanto me deslocava na N105, deparei-me, como muitas vezes, com um veículo destes na minha frente.
Para quem não conhece, a N105 é uma estrada que liga Ermesinde a Guimarães. Excelente piso mas não muito larga, bem pelo contrário. Como várias estradas nacionais na zona, esta também é muito concorrida por ciclistas.
 Entre a foto anterior e esta passaram-se cerca de 3km. Se fosse numa viatura ligeira se calhar teria ultrapassado, mas com um pesado limitei-me a circular atrás dele, pois assim como eu aquele senhor estava a trabalhar... Acho eu. Mesmo que não tivesse, a minha atitude seria exactamente a mesma.
 Durante aquela distância, circulei há velocidade que podem ver na foto...

Imagino o que sucedia se fossemos dois ciclistas a par, mesmo que ocupemos menos de metade do espaço do dito veículo e também circulando por vezes ao dobro da velocidade do mesmo!
Acreditem que durante aquela distância, vinham vários carros atrás de mim e nem um sequer apitou ou tentou algum tipo de abordagem menos civilizada!
! ! ! . . . BOAS PEDALADAS . . . ! ! !